Movimentos e ações de resistência no Laboriaux

Marcos Burgos

Marcos Burgos

Marcos David Burgos nasceu em San Juan, Puerto Rico em 79 e desde então tem vivido quase igualmente entre o Caribe, o lado leste dos Estados Unidos e o Brasil. Morou primeiro em Recife e depois, em 2001, enquanto estudava na PUC-Rio se mudou para a Rocinha, onde ele se apaixonou pela comunidade. Desde chegou na Rocinha se fixou no sub-bairro do Laboriaux, onde continua a morar até hoje. Ele fez parte do grupo de moradores do Laboriaux que lutaram incansavelmente contra a remoção forçada em 2010. Terminando seu doutorado em Sociologia pela Universidade da Cidade de Nova York (CUNY) em janeiro 2015, ele tem a intenção de permanecer na Rocinha (no Laboriaux). Atualmente está à procura de trabalho docente no Brasil.

2 Responses

  1. Felix disse:

    Ótimo artigo. Marcos. Aguardamos o debate sobre gentrificação!

  2. ANDRÉ SALES BATISTA disse:

    Prezado amigo Marcos Burgos.

    O texto aborda de forma amiúde acontecimentos que não saem na mídia aberta, mas que servem para que tenhamos um histórico de acontecimentos desta comunidade e de sua relação com outros acontecimentos dentro da Cidade do Rio de Janeiro. Nota-se muito carinho e pesquisa árdua na elaboração deste resumo de artigo. Mostrando e comprovando que a Rocinha é um lugar de amplos estudos e que parte de sua população não sabe suas histórias e estórias, culturas e artes, encantos e desencantos. Mas, percebemos que diante deste início de trabalho, continue a escrever e a pesquisar as outras facetas e acontecimentos da Rocinha.
    Neste primeiro momento, apresentado neste trabalho, notamos que a luta dos moradores pela melhoria da qualidade de vida, por saneamento básico, implementação de redes de água potável e esgotamento sanitário, energia elétrica e formas de lutar contra as ameaças de remoção são desde 1970. Percebemos com isso, que existem pessoas que lutam há 54 anos por melhorias desta comunidade e que ainda são moradores, crias ou até imigrantes que se naturalizaram-se “rocinhences” por tamanha ligação de convívio e de viver com a Rocinha. E como em qualquer jogo, temos grupos que apóiam com unhas e dentes para o bem coletivo enquanto que outros, buscam somente para o bel prazer individual.
    Digo pra ti amigo e “pana”, continue neste caminhar apesar dos imprevistos, seguindo seus sonhos e concretizando-os com artigos. Faça o que te faz bem e estamos ansiosos aguardando o próximo artigo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *